quarta-feira, 28 de abril de 2010

Scorpions - Sting in the tail ... MUITO BOM!!!




NESTE MOMENTO ESTOU ESCUTANDO O MAIS RECENTE TRABALHO DA BANDA ALEMÃ SCORPIONS... QUE QUALIDADE, A EXPERIÊNCIA ENSINOU ESSES CARAS A FAZEREM O QUE REALMENTE AMAMOS - UM VERDADEIRO ROCK'N'ROLL!!!

SERÁ QUE ELES VÃO REALMENTE TERMINAR? DEPOIS DA CERVEJA ESTA É A MELHOR COISA QUE OS ALEMÃES EXPORTARAM...

SEGUE ABAIXO NA INTEGRA UM ARTIGO POSTADO NO SITE www.whiplash.net - APENAS UMA REFLEXÃO PRA QUEM GOSTA DESSA BANDA QUE É UMA DAS MELHORES NO ESTILO:

Será realmente o fim do Scorpions?

Foi veiculado pelo site oficial da banda alemã Scorpions que o próximo álbum e a próxima turnê serão as últimas desta lenda do rock pesado. Seria realmente verdade? Ou seria mais um daqueles golpes de marketing, já realizado por tantos nomes da música (dentre eles, Ozzy Osbourne e Kiss)?

Se realmente for verdade, como parece ter sido tão sincera a nota oficial, será uma estranha mistura de sensação amarga e doce. Não dá para saber ao certo com relação aos fãs mais novos, mas para alguém que aprendeu a gostar da banda nos idos de janeiro de 1985, no primeiro Rock In Rio, a dor da perda é meio inevitável. Alguém aí se lembra dos alemães com aquelas indefectíveis calças listradas colantes (sim, eram os anos 80...), de uma época onde Klaus Meine e Matthias Jabs ainda tinham algum cabelo na testa, quando Rudolf Schencker ainda usava bigode, Herman Rarebell ainda era o simpático baterista “meia-boca” e o baixista Francis Bucholz ainda não tinha passado a mão na grana dos colegas? Se você é desse tempo, bem vindo ao grupo de pré-viúvos do quinteto...

Ao recordar e ouvir os velhos LPs então, a saudade parece que vai ser maior ainda. Quem já teve o prazer de ouvir o estranho (diferente?) trabalho de estreia “Lonesome Crow” (que contava ainda com Michael Schencker na formação), ou os petardos da fase em que Uli Roth passou a integrar a banda, como “Fly To The Rainbow” e “Virgin Killer”, ou ainda os primeiros trabalhos com Matthias Jabs (fase que vai de “Lovedrive” até o grande “World Wide Live”) há de concordar que eles vão fazer falta.

Ok, todos sabemos que a partir da metade dos anos 1980, eles andaram meio perdidos, viveram alguns altos e baixos, lançando no geral material de bem menos qualidade do que o usual – cujo fundo do poço foi o horroroso “Eye II Eye”. Mas no palco nunca deixaram a peteca cair. Tanto que neste período de vacas magras, os grandes destaques acabaram sendo os lançamentos ao vivo: se “Live Bites” pode não ter sido lá grandes coisas, o DVD “Moment Of Glory” e a investida nos violões em “Acoustica” chamaram mais a atenção. E eis que a reerguida definitiva enfim veio, travestida nos grandes “Unbreakable” e “Humanity – Hour I”, que por sua vez renderam mais dois DVDs excelentes: “Unbreakable Tour” e “A Night To Remember”, este último gravado no festival Wacken Open Air, com a participação dos ex-membros Uli Roth, Michael Schencker e Herman Rarebell.

Se ficamos tristes por ver uma carreira tão longa e rica chegar ao fim, por outro lado a tristeza diminui em saber que tudo foi fruto de um comum acordo entre os membros da banda. Não aconteceu por causa de brigas internas (ao menos não que saibamos), por disputas judiciais, por falecimento de algum membro... não. Talvez pelo simples fato de terem se cansado da eterna rotina de estúdio-estrada que toma conta da vida dos rock stars, movidos pelo mesmo sentimento que acometeu Phil Collins, do Genesis, cansado de tantos casamentos destruídos e de não ver os filhos crescerem. Quem sabe foi isso...

Um outro fator, pode ter sido mesmo a idade. Se a obra é eterna, o artista não é. Embora a banda ainda demonstre um bom pique no palco – quem assistiu aos shows da banda por aqui no ano retrasado sabe disso –é claro que os anos pesam. Por melhor que seja sua saúde, a energia e a capacidade física de um sexagenário nunca vai ser a mesma de alguém trinta anos mais novo. Um exemplo prático: Klaus Meine domina bem ainda os vocais ao vivo, mas sua voz está longe de ser a mesma de anos atrás. Basta ver que ultimamente alguns de seus clássicos (como “No One Likes You”) têm sido executados em tonalidades mais graves – recurso muito utilizado também por vários contemporâneos dos alemães. E seus companheiros demonstram serem realmente companheiros, devido a não tentarem a estúpida ideia de seguir adiante com um novo vocalista no lugar de alguém que sempre esteve ali presente nos quarenta anos da banda – diferente do que parece ser a intenção do Aerosmith, diante da atual reclusão de Steven Tyler.

Caso seja esta realmente a vontade da banda, será muito lamentada, mas respeitada. Algumas das consequências todos já sabem: uma tour muito rentável, aumento nas vendas dos discos e DVDs... E o que eles irão fazer depois, ainda é um mistério... Aposentadoria? Carreiras solo? Trabalhos ecológicos? Não se sabe ao certo, mas nos resta torcer para que eles venham se despedir dos fãs brasileiros pessoalmente, pois estaremos aguardando ansiosamente para ouvir clássicos como “Blackout” e “Still Loving You” pela última vez... será?


ESTE ARTIGO FOI ESCRITO POR: Doctor Robert

segunda-feira, 8 de março de 2010

O vinil não morreu




Para uma geração acostumada a ouvir música com a indiferença de quem realiza outras dezenas de tarefas simultâneas, pulando de faixa em faixa com a agilidade de um click, parece absurdo imaginar que, há pouco mais de 20 anos, as pessoas precisavam dedicar toda a sua atenção para escutar um disco. O vinil, mídia para reprodução de áudio que reinou absoluta entre o início dos anos 1950 e final da década de 1980, exigia de seus ouvintes cuidado e zelo, transformando em ritual o ato de colocar um bom disco para rodar.

Os dedos cuidadosos permitem que o LP deslize, deixando a proteção do álbum para o apoio das mãos. O olhar apurado examina o disco, certificando-se de que a mídia está limpa, livre de arranhões e pronta para tocar. O toca-discos precisa estar afinado para a tarefa, com a mola que determina o peso da agulha sobre o vinil devidamente regulada. O LP escorrega para o prato com um baque surdo e, posicionada a agulha, é hora de apertar o play e sentar no sofá para curtir o som despreocupadamente, até o momento de trocar o lado do disco.

Na era da mp3, esse ritual está vivíssimo nos hábitos de pessoas que nunca abandonaram o prazer de escutar um LP e conquista a cada ano novos adeptos entre ouvintes que buscam no revival do vinil uma forma de encontrar emoções inexistentes na música digital. VOCÊ PODE LER TODO O CONTEUDO (QUE É BEM INTERESSANTE) NESTE LINK:
http://carosamigos.terra.com.br/index_site.php?pag=revista&id=132&iditens=359

quarta-feira, 3 de março de 2010

HEAVY METAL - ABAIXO O PRECONCEITO!!!


Uma das mazelas mais nojentas na sociedade que considero é o preconceito, e olha que todos somos preconceituosos, a diferença pra alguns é saber lidar com o preconceito quando ele se manifesta na questão da raça, religião, política, economia e por ai vai...
Mas o que gostaria de falar é sobre o preconceito que muita gente teima em ter, com relação ao heavy metal, tudo bem que alguns músicos não são bons exemplos, atitudes desnecessárias no palco e na vida, porém julgar todos os músicos pelo mau exemplo de alguns é algo muito negativo.
Durante a apresentação do programa, pelo orkut, vez por outra, alguém que pensa ter razão, se imagina não ser preconceituoso, tece criticas com relação as músicas que são veiculadas no programa, pois imaginem se o rock já é visto com preconceito, pensem ai levantar a bandeira do rock cristão, é a galera do rock (antas) que criticam o rock cristão, e a galera da igreja (mais antas) que também falam palavras ácidas...
A frase que rege o programa é "Um programa para mudar conceitos", então creio piamente que todo e qualquer modo de preconceito deve ser banido da sociedade, dessa forma teclo em letras grandes ABAIXO O PRECONCEITO! ABAIXO O ARQUÉTIPO TÍPICO DE QUE O POVO BRASILEIRO POR SER MISCIGENADO NÃO É PRECONCEITUOSO! ABAIXO A TEORIA E VIVA A PRÁTICA!
VIVA O HEAVY METAL! VIVA OS ARTISTAS QUE CONSEGUEM PROMOVER VALORES PARA A SOCIEDADE!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pensamentos Soltos e 1967


Gostei muito do programa neste domingo, estou buscando realizar a escolha das músicas, onde possa cada vez mais elevar o patamar do programa, sem sair da essência original do mesmo que é um programa para mudar conceitos...
Conceitos, no quesito lírico, comportamental, bem como no tocante a musicalidade do mesmo que procuro explorar níveis musicais aos ouvintes que tem os ouvidos pouco acostumados à novidades melodiosas musicais...
Estive lendo um artigo muito interessante no site www.whiplash.net sobre a cena do rock no ano de 1967, indico pra leitura este texto muito consistente, pra quem gosta de psicodelismo e um pouco de história e cultura é recomendado... pra ler basta acessar o link abaixo:

http://whiplash.net/materias/especial/103246-jimihendrix.html

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Cultura: uma necessidade básica













Cultura: uma necessidade básica

Le Monde Diplomatique, em janeiro 2010

Em entrevista à Le Monde Diplomatique, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, fala sobre os números do consumo cultural no país, e as perspectivas do setor para 2010.

“(…) 20% da população brasileira não está incorporada a nenhuma atividade, bem ou serviço cultural a não ser a TV aberta. Só 8% já entraram alguma vez na vida em um museu. Apenas 13% vão ao cinema com certa frequência – em torno de uma vez por mês – e 92% dos municípios brasileiros não tem um cinema ou um teatro sequer. Só 17% dos brasileiros compram livro. É uma realidade dura.” (…)

(…) “Basta olhar as estatísticas brasileiras para ver que registramos algumas das maiores desigualdades do mundo. É, portanto, fundamental constituir a base da República, estabelecer uma nova inserção das pessoas. E há pelo menos duas questões em aberto nessa perspectiva: educação de qualidade para todos – que é uma tarefa que o Brasil não conseguiu cumprir até hoje – e acesso pleno à cultura.” (…)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Muito rock neste carnaval...

Curtindo Wolfmother (California Queen) ... a noite é uma criança, o dia é dos adultos... é rock só pra todo mundo...

Comida Cristã / Música Cristã?!!!!





















Gosto muito do site
http://www.cristianismocriativo.com.br pois mostra que cristão não é cabeça oca, muito menos "anta" como gostava de dizer em suas palestas o saudoso Padre Léo (se bem que conheço um bocado de anta que se denominam cristãos, sejam católicos ou evangélicos)... Recentemente, durante o especial com a banda APOLOGETIX, (que por sinal faz um excelente trabalho parodista bíblico com músicas clássicas do rock secular, como Deep Purple, Pink Floyd, Led Zeppellin, Queen, Ted Nugente, entre outros, em seu catálogo de 17 cd´s - http://www.apologetix.com/), no primeiro domingo de fevereiro do programa CHRIST ROCK... ...
uma ouvinte me ligou e queria saber se havia respaldo bíblico para as músicas que são tocadas no programa, daí ela ralhou, citou Amós (Afastai-vos de mim com vosso canto tenebroso...), era uma pessoa fundamentalista, fanática e preconceituosa, tentei conversar mas ela era extremamente PRECONCEITUOSA, e perguntei a ela se escutar música secular era pecado, ela por três vezes hesitou, até que insisti e ela me respondeu que "tudo que é humano é ruim, então é pecado"... rsssss

Gostaria de indicar para reflexão e leitura o texto no link a seguir: http://www.cristianismocriativo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=278&Itemid=31&joscclean=1&comment_id=2491#josc2491 ele faz uma metáfora bem inteligente sobre a possível existência de uma comida cristã e finaliza o texto fazendo uma ligação com a música... é muito interessante...

então como afirmei para a ouvinte (e ela deve ter ficado irada)
não existe música cristã propriamente dita, mas sim cristãos que fazem músicas!

Salve, salve nação roqueira!!!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

TWITTER


Agora estou no twitter, não queria, mas a realidade virtual e as exigências da docência me fizeram entrar nesta plataforma, quem quiser seguir é só acessar o link - https://twitter.com/programacrock

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010



Obcecado pela vida, existo e busco entender a paz inquietante...
O compromisso com o Deus não garante paz, pelo contrário pode conduzir a conflitos internos, à luta e angústia...
Eis a loucura de quem não para de se imaginar, de pensar sobre si, de olhar para o mundo e sentir-se cravado por temores...
Insano, admoesto minha consciência!
Excêntrico, tormenta regozijante!
Paz, loucos sentimentos paridos numa expectante coragem de se admitir existente além da simples existência...
... um lado meu é luz, outra é treva...
... abraço a graça e beijo a desgraça...
... lágrimas e gargalhadas ....
e apesar de tudo percebo como é gostoso viver e sentir pleno, parte da coisa mais bela que é o simples fato de viver...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Reconstrução... e construção!!! - Tem Orphaned Land também...


Reconstrução... e construção!!!
Sou alguém nessa constante dicotomia... e isso não é mau...
O prazer de viver está presente...

Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe."

Oscar Wilde

O prazer de aproximar da gênese do pensar certo, e incrivelmente pensar que se continua pensando errado (ou alguma coisa falta como estratagema)...
Reconstrução... e construção!!!
A vida sempre me leva a contemplar a reconstrução existencial!

esse post foi escrito ao som do novo albúm do Orphane Land:

The Never Ending Way Of ORwarriOR - Orphaned Land

Pense num cd fantástico, uma viagem musical sem precedentes... música de excelente qualidade...
se liga abaixo um trecho do review extraido do site whiplash:

Mixado por Steven Wilson (PORCUPINE TREE, OPETH), que também é responsável por várias partes do teclado, ele acaba por ser um álbum conceitual sofisticado, tendo a exótica marca da banda, música pesada para se elevar a um novo patamar em termos de complexidade e atração.

É um manifesto sonoro que chegou o momento para o metal do oriente médio assumir!

O vocalista Kobi Farhi comentou sobre o conceito do álbum e sobre as novas fotos promocionais impressionantes como segue: "Como pessoas que nasceram dentro da tragédia de nossa região, temos sempre que nos dedicarmos a criar harmonia entre os conflitos, um paraíso musical na Terra, um tango entre Deus e Satanás.

Mesmo na arte do álbum, nós combinamos hebraico e árabe, apesar do conflito entre judeus e muçulmanos. Eu encontrei um cara da Jordânia, especializado em arte caligráfica.

Ele tirou as letras do hebraico e árabe e moldou-as em sua arte para criar um símbolo de paz. O mesmo vale para a nossa foto de banda, onde retratamos uma sinergia entre as três religiões monoteístas, que acreditam no mesmo Deus e, ainda assim, ridiculamente foram matando uns aos outros durante séculos 'em nome de Deus' e transformaram a terra santa em uma terra órfã.

Naturalmente, nós continuamos com essa idéia de união em um nível musical também e o resultado sempre é louco, é um milagre - em nossos shows: os nossos fãs judeus cantam em árabe e nossos fãs muçulmanos cantam em hebraico, amizades corajosas surgem e nossa música metal do oriente médio destrói toda esta bruxaria política, que tem nos mantido presos por tanto tempo.

Esta é uma viagem musical de esperança em terras de guerra, criando o Céu na Terra, a construção de uma nova Jerusalém".

A banda israelense ORPHANED LAND é provavelmente a única deste país que conseguiu sucesso na construção de uma enorme sociedade de adeptos entre os muçulmanos e os povos árabes.

"A música é a arma do futuro" - ORPHANED LAND é a prova viva disso!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Porra que loucura


Sou o que ainda não cheguei a ser...
... procuro pensar certo ...
E me aproximar da infinitude com a mente e coração desnudado...
Reconhecer minha própria finitude e que o dono do infinito me mantém e me aceita com minhas loucuras.
Penso que a cada instante estou aprendendo a pensar certo, e não é falsa modéstia, é uma chama que arde...
Estou distante do que posso considerar uma correta reflexão da existência...
Estou no mundo, vivo no mundo, sou cidadão do mundo, porém talvez eu não saiba na verdade quem eu sou...
Talvez a experiência que tenho (tive) comigo mesmo ainda não me favoreceu o suficiente pra saber que estou me aproximando do que é pensar certo!
Quero transmudar a idéia gnosiológica e aprender cada vez a retirar minutos, segundos, das horas que vivo...
Porra! Essa loucura tem cura!!!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Pensar Certo



Não compreendo porque tantos pensam sem transparecer a beleza de pensar certo. Uma das coisas mais bonitas de estarmos no mundo, é olhar para nós como seres históricos, criadores do conhecimento, capazes de intervir no mundo. Pensar certo, significa ir além do senso comum, sem deixar de respeitá-lo, pois o senso comum tem sua grande importância social, isso está implicito na história do homem. Todavia, quem pensa certo tem uma consciência critica que sabe retirar minutos das horas, conduz a estar além da curiosidade ingênua, a direcionar-se numa idéia gnosiológica, que posso denominar curiosidade epistemiológica.